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Game Pass ficou mais barato, mas Call of Duty saiu do day one: bom ou ruim?

Controle, carteira fechada e tela abstrata de assinatura em uma mesa gamer.

Resumo rápido: A Microsoft reduziu o preço do Game Pass Ultimate e do PC Game Pass, mas futuros Call of Duty deixam de chegar no lançamento e passam a entrar cerca de um ano depois. Minha leitura é que a assinatura ficou mais honesta para parte do público, mas menos irresistível para quem assinava pensando em blockbuster no dia um.

Por que isso importa

Essa é uma das mudanças mais importantes do Game Pass em 2026 porque mexe nos dois lados da promessa: preço e lançamento. Baixar mensalidade ajuda, mas tirar Call of Duty do day one muda a percepção de valor para quem via a assinatura como substituta de comprar jogo caro no lançamento.

O detalhe que muita chamada vai ignorar é que a mudança pode ser boa e ruim ao mesmo tempo. Boa para quem achava Ultimate caro demais; ruim para quem usava Call of Duty como justificativa principal.

O que aconteceu

Segundo o Xbox Wire, o Game Pass Ultimate caiu de US$ 29,99 para US$ 22,99 por mês nos Estados Unidos, enquanto o PC Game Pass passou de US$ 16,49 para US$ 13,99. A Microsoft avisa que os preços variam por região.

A segunda parte é a mais sensível: futuros Call of Duty não chegam mais ao Game Pass Ultimate ou PC Game Pass no lançamento. A previsão oficial é que novos títulos da franquia entrem durante a temporada de fim de ano seguinte, cerca de um ano depois.

O que é oficial

O oficial é a redução de preço e a nova janela para futuros Call of Duty. Os jogos da franquia que já estão na biblioteca continuam disponíveis, e o Ultimate segue incluindo centenas de jogos, console, PC, benefícios, multiplayer online, cloud e outros lançamentos day one.

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Para entender onde essa mudança encaixa, vale reler o guia de Game Pass Ultimate, PC ou Standard. A decisão agora depende menos de promessa absoluta e mais do seu padrão real de uso.

O que ainda falta confirmar

Falta saber como isso se traduz em reais, promoções locais, comunicação no Brasil e percepção de longo prazo. Se a queda internacional chegar forte ao preço brasileiro, a assinatura pode continuar muito competitiva. Se a diferença for pequena, perder Call of Duty no lançamento pesa mais.

O que muda para o jogador brasileiro

Se você assinava Game Pass para jogar Call of Duty no lançamento, a conta piorou. Talvez comprar o jogo em promoção ou esperar entrada no catálogo faça mais sentido. Se você usa a assinatura para variar entre indies, jogos médios, backlog e PC, a redução de preço pode ser uma notícia boa.

Na comparação com PlayStation, a mudança deixa o debate de PS Plus vs Xbox Game Pass em 2026 mais interessante: Game Pass ainda tem força em catálogo e day one de outros jogos, mas perdeu um símbolo enorme de valor imediato.

Minha leitura

Eu prefiro uma assinatura um pouco mais barata e menos inflada por promessas difíceis de sustentar, mas entendo quem vê isso como recuo. Call of Duty era o argumento fácil para vender Ultimate.

Minha recomendação: assine pelo catálogo que você realmente joga, não por um jogo anual que talvez você nem termine. Se Call of Duty é seu jogo principal, faça a conta como compra separada. Se ele era bônus, a queda de preço pode compensar.

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